O Cinco Horas De Duração Da Bateria Em Cinco Minutos? 1

O Cinco Horas De Duração Da Bateria Em Cinco Minutos?

A duração da bateria é o único mal que têm hoje os celulares do mercado. Por muito sensacional que seja a câmara, por muito extenso e nítida do que seja a tela e por muito ligeiro que funcione, a bateria nunca é suficiente. O pior de tudo é que fazer com que durem mais, é algo muito dificultoso. Talvez por essa razão, a solução que estão apostando muitas organizações, e as organizações que fabricam os processadores sinaliza para o lado inverso.

Ao invés fazer com que as baterias durem mais, quer que essas sejam carregados a toda a velocidade, podendo ter horas de emprego em só cinco minutos. O Cinco horas de duração da bateria em cinco minutos? Os novos processadores da Qualcomm, corporação que fabrica os ‘cérebros’ de um extenso número de dispositivos, apostam exatamente por essa ideia. Seu último modelo, o Snapdragon 835, consome muito menos recursos e, em suposição, faz com que os telefones aquecidos menos quando estão ‘pensando’.

O mais incrível, mas, é que possam carregar a toda velocidade e de forma segura os telefones devido a um sistema de carga rápida, mais eficaz do que nunca. Não obstante, como acontece habitualmente no universo da tecnologia, há outros padrões rivais.

  • Busca iterativa do melhor margem
  • Histórico e cache do navegador Internet Explorer, Firefox, Opera e Netscape
  • 2 Renaturalizar ambientes. Direito natural
  • James Hendler “Is There an Intelligent Agent in Your Future?”
  • 12 livros de ciência… (fora da Wikipédia..)
  • trata-Se do primeiro caso que se oferece no universo com estas características
  • Registado: 06 jun 2007

o Google, tendo como exemplo, advoga por um outro sistema, chamado USB-PB. A companhia foi ‘convidado’ para os fabricantes que usam o Android a abandonar sistemas de carregado rápido proprietários, como é o caso de Quick Charge. De acordo com eles, o seu sistema USB-PB apresenta menos problemas de compatibilidade com diversos carregadores do mercado e não são totalmente seguros. Quem ainda não apostou, esta tecnologia é a Apple.

Os iPhones são os móveis que mais lentamente são carregados na atualidade, se bem que, em seguida, a bateria dura bastante, graças ao iOS, apesar de ter menos mAh que a concorrência. Certamente, o iPhone 8 conta com alguma melhoria por esse significado, contudo não há nenhuma confirmação ainda. Quem vencerá esta briga não está claro.

Apesar do poder do Google em todas as frentes em que duelo, a corporação não poderá obrigar ninguém a fabricar um telefone de uma forma concreta. A isso há que juntar que a Qualcomm e Samsung têm bem como bastante know-how pra fazer o que lhes apetecer e que fabricantes chinesas como Huawei estão adquirindo força e bem como trazem a sua tecnologia ante o braço. Menos mal, isso sim, que o USB-C que em tão alto grau odiamos nesta hora vai carregar por semelhante todos estes telefones, muito rapidamente ou mais devagar.

Em “Nosso Frágil Intelecto,” Gerald Crabtree, sustenta-se que a redução da pressão de seleção se traduz em uma redução lenta da inteligência humana, e que esse modo é possível que mantenha no futuro. Não existe um consenso científico em relação com cada das escolhas, e em ambos os casos, a mudança biológico seria lerdo, principalmente em conexão as taxas de câmbio culturais.

A construção seletiva e engenharia genética poderiam aperfeiçoar a inteligência humana de modo mais rápida. Bostrom escreve que, se chegarmos a compreender o componente genético da inteligência, pode-se utilizar uma pré-implantação genética pra selecionar embriões que tenham um alto QI. Se este processo é efetivado durante muitas gerações, os proveitos poderiam ser de superior magnitude. Bostrom sugere que derivar novos indivíduos a partir de células-tronco podes ser usado pra iterar o procedimento de seleção muito rapidamente. Uma sociedade bem organizada de humanos altamente inteligentes poderia conseguir uma superinteligencia coletiva.

em alternativa, a inteligência coletiva podes ser criado com humanos organizados com os níveis atuais de inteligência. Um amplo número de autores tem sugerido que a civilização humana, ou um aspecto dela (tendo como exemplo, a web ou a economia), tem êxito como um cérebro global, com capacidades que excedem o número dos seus indivíduos. Se esta superinteligencia baseada em sistemas depende enormemente em componentes artificiais, podes qualificar-se como AI ao invés de um superorganismo com base na biologia.

Um recurso final de amplificação da inteligência estaria melhorando diretamente para os indivíduos humanos, em vez de aperfeiçoar suas execuções sociais ou reprodutivas. Isto podes ser alcançado por intermédio da utilização de nootrópicos, terapia genética somática, ou interfaces cérebro-computador. Mas, Bostrom expressa ceticismo sobre a inteligência de ampliação dos primeiros 2 enfoques, e sugere que atirar uma interface cyborg superinteligente é um problema de IA.