A Inteligência Artificial, O Resgate Dos Suicidas 1

A Inteligência Artificial, O Resgate Dos Suicidas

você Sabia que ‘ibuprofeno’ é uma palavra-chave que pode alertá-lo com a maior eficácia de uma possível tentativa de suicídio de quem a escreve que ‘overdose’ ou ‘morrer’? O novo algoritmo de Crise Text Line processou os 22 milhões de mensagens recebidas e descobriu algumas tantas frases ou combinações de frases – que alertam para o traço de comportamento suicida bem mais do que a própria palavra ‘suicídio’.

Incluindo os conhecidos Emoticons: mensagens para o serviço de Crise Text Line, que continham a famosa carinha choroso que chora, como por exemplo, multiplicaram-se por 11 a inevitabilidade de fazer a ligação ao serviço de urgência. A inteligência artificial tem ajudado a Crise Text Line para responder mais rapidamente a possíveis suicidas contra pessoas com dificuldades menos graves.

Antes de que o novo algoritmo estava em andamento, seus supervisores responderam a estes casos, em menos de 2 minutos de média e de imediato o exercem em 39 segundos. Uma experiência, de vida ou morte, em muitos casos, que nesta ocasião Facebook você quer transferir para um grau massivo e global.

Facebook de imediato possuía desde há quase uma década de um sistema ‘manual’ pra detecção de condutas potencialmente suicidas a partir de alertas enviados pra rede por ‘amigos’ diante de mensagens, imagens ou vídeos, que lhes pareciam preocupados. Um micro computador aumentado de supervisores no Facebook se encarrega de entrar em contato com parceiros locais no país do possível suicida, pra agir no momento.

O autor sugere que sim e argumenta. Eu hesitei, porém me lembrei do livro de Verne, “Viagem à lua”. O livro demorou 100 anos para tornar-se realidade. Não desejo ser profeta, entretanto talvez em cem anos tenhamos uma consciência artificial.

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E não entendo como se transformariam nossas vidas. Criar organismos autónomos com know-how para tomar decisões. E eu não imagino como podem interagir os seres biológicos com estes seres, que depois poderiam ser autoconstruir e gerar sua própria cultura “artificial”. Eu não vou enxergar, todavia, baseando-me o que aconteceu com Júlio Verne, acho que tudo o que você imagina que um dia aquilo vai culminar.

Julio Verne, que também era advogado, tinha uma amplo afeição na ciência e estava muito a par dos avanços científicos, de modo que podia intuir que as coisas seriam possíveis em um futuro relativamente próximo e quais não. Com o discernimento que temos hoje a respeito do cérebro, poderíamos comparecer a elaborar essa consciência artificial? Ou passará como a máquina do tempo imaginada por H. G.

Wells, contemporâneo de júlio Verne, que hoje continua a ser uma ficção? De momento, desenvolver uma consciência artificial é quase inaceitável. Teríamos que saber o cérebro super bem pra surgir a isso…e eu desejaria que nunca acontecesse. Mas, dado o avanço científico, muito rapidamente, vamos conhecendo os segredos de nosso próprio cérebro. Mas cabe a dúvida e a circunstância de que o cérebro mesmo, como se estuda a si mesmo, nos gere uma arapuca, de uma maneira que nunca possamos conhecê-lo na sua totalidade. E, por este caso, será gerada máquinas imperfeitas, perfeitas só para o automatismo, como os computadores, que têm uma técnica de cálculo superior à nossa, porém que só funcionam com as nossas instruções, em maneira de programa.

O que sabemos do cérebro hoje em dia é muito e insuficiente ao mesmo tempo. Sabemos onde e em que ocorrem os processos cerebrais, mas como ocorrem, os princípios básicos, não só sabemos. A hipótese do gene egoísta de Richard Dawkins pra explicar as bases biológicas de nossa conduta, poderá ser interpretada como “neurônio” egoísta”, que toma decisões por nós e nos faz crer que são nossas? Este método de Dawkins o discutia-se há insuficiente com a minha esposa. Com o meu cérebro consciente decidi preservar meus genes a começar por meus netos. E ocupo muito de meu tempo pessoas de perto em sua educação, conduzir pra a faculdade, ensinar coisas úteis. Não é que queira fazê-los à minha imagem e semelhança, mas pretendo auxiliar pra sua educação.